Uma Mulher Diante Do Espelho. Aspectos Do Processo De Análise De Uma Paciente Com Sintomas Bulímicos 1

Uma Mulher Diante Do Espelho. Aspectos Do Processo De Análise De Uma Paciente Com Sintomas Bulímicos

Ao indagar retrospectivamente o instrumento clínico da paciente, equipamento do presente estudo, surgem as seguintes dúvidas que o mesmo pretende elucidar. Você é refletido o sintoma clínico predominante de um paciente, do ponto de vista nosológico, na transferência-contra? Existem novas características clínicas, desde o ponto de visibilidade psicanalítico, que possam ser consideradas “típicas” de um transtorno bulímico? Conheci a paciente, que chamarei Eloisa quando ela era uma adolescente tardia de vinte e dois anos de idade. No momento de iniciar sua psicanálise, que teve uma duração de cinco anos e meio, estava terminando seus estudos universitários.

É a filha única de pais que se tinham separado sete anos antes devido a do alcoolismo do pai. Vive com a mãe, o segundo marido, ela (tua mãe) e teu meio-irmão. Mais tarde, ao terminar os seus estudos, começou a trabalhar no dis eño de imagens tridimensionais animados por pc. Foi enviado a mim por um endocrinólogo, a quem havia consultado pela obesidade. Ela estava muito pendente de mim. Então, lentamente, foi-se estabelecendo um primeiro virada que foi aparecendo até o final do primeiro ano de análise.

Eu comentei algo como: “Ou seja o que você quer obter com sua psicanálise”. Eu lhe disse, deste jeito: “você está buscando uma pessoa como eu”. Depois que a caverna confusional que se tinha estado refugiando, ela passa a distinguir-se com seu pai viciado, como forma de sair da caverna. E, como tal, interpretada: “você Está buscando uma pessoa como eu”.

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Após um silêncio, uma parceria com uma colega de instituição que havia morrido de leucemia, cujo pai, viúvo, mais tarde desposou tua mãe. Sua reação foi de silêncio. Permaneceu 5 minutos que faltavam para terminar a tua sessão em silêncio, coisa muito incomum em que ela é época de sua observação.

Ao ouvir Eloisa nessa sessão e em outros desta época, sentia que ela estava me movendo-a para ajudá-la a variar. Para ajudá-la A crescer. Nesse instante ainda não me encontrava super bem em qual dos vértices edípicos eu estava colocando, se eu precisava me como mãe nutridora ou como pai, que estimula a independência, ou alternantemente como um e outro. Sentia que o conteúdo principal era o da transformação, por meio do desenvolvimento, que implica a superação da simbiose. As imagens da primeira quota do sonho e as associações a morte de sua companheira, me evocaron as dores do desenvolvimento.

O desenvolver-se psiquicamente envolve não só modificações físicas, entretanto assim como a angústia, a doença ou o traço de morte ou aniquilação do próprio self. A morte do organismo da moça, por que você deve fazer um doído serviço de luto. No teu caso, como se pode inferir do conteúdo manifesto pela segunda cota do sonho, o desenvolvimento da levaria a tornar-se a imagem concebida da mulher adulta que se olha diante do espelho-analista. Neste primeiro sonho relatado em sua análise, pouco mais de um ano depois de iniciado o mesmo, intuitivamente, senti que meu recinto em frente a ela era o do espelho. O outro, o utensílio que ela tem que pra se observar no e pra poder descobrir-se consigo mesma.

Esta sessão marcou também um novo ponto de viragem em sua psicanálise, que se caracterizou por que depois dela a situação de objeto onírico foi aumentando. No começo, eram um ou 2 sonhos para a semana. Era impressionante que a maioria dos cenários onde as ações de seus sonhos se desenvolviam eram casas de banho, ou estavam ligados às funções de evacuar fezes e de limpar, associados ao erotismo tipo genital. Consideremos, com pouco mais de detalhe esse último sonho: aqui, outra vez, se entrelaçam muitas tramas transferenciales, que haviam aparecido, sendo o conteúdo erótico central.